Vista dos fundos da minha primeira parada em Sydney
Rua em frente ao apartamento da Carol em Narrabeen
Vista da sacada do apartamento da agência
Agora estou morando na City, um apartamento no 23º andar com uma vista incrível para muitos outros prédios, Tudo bem, muitos prédios não é exatamente meu conceito de vista incrível, mas, de verdade, é sim bonito.
Aqui tenho outra visão da cidade já que cheguei em Sydney e fui direto para perto do mar, verde e tranqüilidade. O centro, claro, não representa um conceito de paz, tão pouco de natureza. A vantagem é a proximidade com os lugares que até o momento, preciso freqüentar. São 20 minutos de trem até a escola, ou 30 de ônibus para quem quiser gastar mais tempo e menos dinheiro.
O que não vi aqui e pra ser sincera estou sentido falta, são as pranchas de surfe. Em Manly e Narrabeen fiquei com a sensação de que todos os moradores, exceto eu, sabem surfar. Era muito comum ver as pessoas andando em pleno horário comercial com pranchas no banco de trás do carro. Acho que a prancha deve ser a ocupante oficial daquele assento.
Então eu acho que sim, todo mundo surfa. Deve ser algo parecido com a relação do brasileiro com o futebol. Lá, bastam alguns metros quadrados e uma bola – independente de do que ela seja feita – para se iniciar uma pelada. Acredito que os australianos só precisem de alguns minutos e, as vezes, nem prancha para surfar.
Me faz sentir ainda mais vovozinha quando entro na água. Isso porque tenho aquela mania de entrar no mar até a altura dos joelhos e ficar jogando água para cima numa tentativa de refrescar o resto do corpo. Nem criancinhas têm o mesmo medo de mar que eu.
Cidade cosmopolita
Um casal de amigos brasileiros me pediu ajuda para procurar apartamento em imobiliárias. Por entenderem muito pouco de inglês, não estavam conseguindo se comunicar com os atendentes. Me espantou a falta de paciência com que fomos tratados. E eles me disseram que quando foram sozinhos era ainda pior. Eles simplesmente ficam nervosos de dispensar mais atenção com alguém que não fala inglês direito e precisa de mais tempo formulando frases. Eles não querem entender e parecem não fazer questão de serem entendidos. Se pedir pra falar de vagar vai ganhar um olhar entediado, sugerindo um “ai meu Deus”.
E é comum ouvir os mais diversos idiomas nas ruas, ônibus e trens. Tem pessoas de todo o mundo vivendo aqui. Me pergunto: Não era para estarem acostumados a lidar com pessoas que não dominam a língua?


É bem comum em cidades que recebem cidadãos do mundo todo os nativos não fazerem questão de entender e nem de serem entendidos pelos outros, a exemplo de Londres e Paris. Acredito que como são metrópoles que recebem milhares de pessoas do mundo todo, acabam se sentindo invadidos e muitas vezes segregam aqueles oriundos de países da América Latina, Africa, Asia e Caribe.
ResponderExcluirAgora pode ter certeza de que se o imigrante for Inglês, os Australianos vão tratá-lo muito bem, pois possui admiração incondicinal pelos suditos da rainha!
E aí já viu algum bico por aí?! Avisa quando encontrar!
Bjo
Aqui é difícil encontrar uma família que seja formada só por australianos. Pai, mãe, avós. Em Sydney os australianos são filhos de italianos, poloneses, brasileiros, colombianos, franceses, espanhóis e por ai vai. Os próprios familiares passaram pelo mesmo que nós. Por isso mesmo, penso que deveriam ser mais compreensivos... não deveriam?
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