sexta-feira, agosto 19, 2011
Ai ai ai....hummm
terça-feira, julho 19, 2011
Que meda!
sábado, junho 18, 2011
Incrível, ela limpa!
- Ela é tão amável, dá pra acreditar que ela limpa minha casa?
quinta-feira, junho 09, 2011
Continuo aqui...
Andei por todo o jardim vestida de japonesa, fiz muitas fotos até que em certo momento, percebi que aquilo, certamente teria algum custo. Seis dólares incluindo uma fantasia? Não, também não era de graça. Dessa vez, 10 dólares pelo aluguel da roupa. De graça ou não, foi divertido. O jardim é realmente muito bonito e calmo. O lugar perfeito para as aulas de yoga e meditação que estão lançando por lá. Será que alguém me contrata para fazer a divulgação?
domingo, maio 01, 2011
A Itália nunca sai de você!
quinta-feira, março 24, 2011
Saudade
sábado, março 12, 2011
E daí que era carnaval?
quarta-feira, março 02, 2011
Vamos pra Turquia?
Adoro a indignação dele quando perguntamos por que eles gostam tanto de Kebab. E nós, os colegas de aula, no revezamos todo dia para garantir que alguém vai fazer de novo a mesma pergunta. “Kebab não é nada na Turquia cara, nada!” E ele ficou ainda mais pasmo quando contei que na Itália tem Kebab, assim como na França, na Espanha, na minha cidade e, acredito, em qualquer bairro do mundo se possa achar um Kebab. Não é culpa nossa achar que esta é a comida mais típica que eles têm. Os turcos é que saíram espelhando isso por ai.
Assim como não é culpa de ninguém achar que no Brasil só tem mulata, samba e futebol. Nós mesmos, brasileiros, tratamos de difundir essa idéia. Agora agüenta! Mas, voltando pra Turquia, “e nós não somos árabes”, gritaria o colega, eles não têm a religião muçulmana como obrigação, mas tem algumas regras para as mulheres. Elas, de forma alguma, podem ser tocadas por um homem antes do casamento. Nem na mão, no braço, ou em parte alguma. E o casamento é arranjado. Ele só precisa dizer aos pais que quer casar e eles fazem todo o trabalho. Tão fácil. Pula todo aquele sofrimento de conhecer alguém, ver se vai dar certo, adivinhar o que está pensando e por ai vai.
E quando perguntei se tinha emprego no restaurante onde ele trabalha (advinha de que? Kebab!) qual não foi o constrangimento do rapaz. Ele disse, educadamente, nós temos, mas não é para mulheres, é pesado, seria rude. Andando umas quadras mais adiante na volta pra casa ele me falou – “Na Turquia uma mulher até pode trabalhar e conseguir emprego, mas não é de bom tom que trabalhem”. Entendi. Apesar disso, ele me garantiu que o dia que casar vai ajudar a esposa dele nas tarefas domésticas. Mas, isso é porque ele é um rapaz viajado, que já abriu a cabeça para tantas outras idéias.
Olympic Park
Fui lá com os colegas de apartamento no último domingo. Tivemos que pegar dois trens e levamos mais de 30 minutos para chegar. É um pouco afastado do centro. O lugar é enorme, com bastante jardim, área de lazer, inúmeras paradas de ônibus, banheiros limpos, enfim uma estrutura bem legal.
Acontece que não sabíamos que naquele domingo estavam acontecendo dois eventos fechados no local. Isso foi chato, por tantos motivos que eu poderia fazer uma lista de 1 a 100, mas vou resumir, para não cansar ninguém. O motivo 1 foi que o estádio estava fechado para visitas. Todos os outros motivos giram em torno do tipo de evento que estava acontecendo. De um lado uma luta da UFC. Pra quem não sabe, como eu não sabia, é luta livre. Logo em frente a este ginásio, tinha um show de rock, daqueles que as pessoas se vestem de preto da cabeça aos pés: têm cabelos pretos, olhos e unhas pintados de preto. Eu estava usando cor de rosa – péssima escolha.
sábado, fevereiro 26, 2011
Preguicinha
quarta-feira, fevereiro 23, 2011
Será que todo mundo surfa?
sexta-feira, fevereiro 18, 2011
Dê passagem à direita
terça-feira, fevereiro 15, 2011
City selva
sábado, fevereiro 12, 2011
Eles não usam sapatos
sexta-feira, fevereiro 11, 2011
Primeiro dia na Austrália – 08/02/2011
Após 36 horas de viagem cheguei à Austrália muito cansada. Peguei vôos da Star Alliance, que achei bom, mas não sei se, de repente, indo pelo Chile eu não teria economizado um pouco de horas de vôo.
Fui pela TAM até São Paulo. De lá, aproximadamente nove horas de vôo pela South African Airways até Johannesburg. Lá esperei duas horas. O aeroporto de Johannesburg é enorme e super moderno. Entrei direto na sala de embarque e o tamanho dela é impressionante. É tão absurdamente grande e com tanta variedade de lojas que pensei estar no lugar errado. Esperava encontrar alguns free shops e nada mais.
De lá embarquei pela Quantas, que é uma ótima companhia. Na sala de embarque, com todos os passageiros reunidos na frente do portão formaram um fila onde revistaram todas as bagagens de mão dos passageiros para ver se estava tudo certo. Uma dica pra quem costuma viajar quieto como eu, sempre responda quando te perguntarem: “How are you?”. Eu estava tão sonolenta que nem me dei conta quando o agente do aeroporto me perguntou isso na revista. E ele insistiu na resposta pra se certificar de que sim, eu estava ok.
Janela
Pela Quantas foram mais 11 horas de vôo até Sidney. Dessa vez percebi que viajar na janela é bacana em vôos curtos, mas só. Gosto de janela para ter onde escorar a cabeça, mas dessa vez me dei mal em ambos os vôos. As pessoas que pegaram corredor até Johannesburg foram deitadas, pois estavam sozinhas numa fila de 4 (ou talvez 5) bancos. Fiquei me encolhendo para caber em dois.
No segundo vôo, o mais longo, fiquei na janela e ao meu lado estava um casal de australianos idosos. Foram muito simpáticos e solícitos comigo o tempo todo, mas quase não consegui tomar o café de tanta vontade de ir ao banheiro e fiquei com pena de acordar a senhora do meu lado, que dormiu muito. Além disso, me senti espremida no cantinho e como havia dormido muito no vôo anterior, fiquei acordada praticamente todas as 11 desconfortáveis horas.
Imigração
Antes de embarcar minha agência alertou para que eu não tivesse na mala nada que contradissesse o tempo de visto. Ou seja, não posso num visto de 6 meses ter remédios para 12. Ou com um visto de 3, quando se pega apenas verão, levar roupas de inverno. Nada que demonstre a intenção de ficar mais tempo do que o visto apresenta. Também nos alertaram sobre revista em malas e documentos. Fiquei apreensiva por estar trazendo meu diploma e certificados. Minha amiga falou que era bom eu ter minhas qualificações para traduzir aqui.
Coloquei num bolso quase imperceptível de uma mala que despachei e rezei. Ao final, não me foi perguntado nada e não passei por revista nenhuma. Um senhor muito simpático colocou minhas malas na esteira, perguntou se como jornalista pretendia fazer belas reportagens sobre a Austrália e me deu boas vindas.
Táxi
Táxi aqui é muito caro, mas..... Eu tinha muita bagagem. Faltando 30 minutos para o avião aterrissar ouvi um brasileiro no banco da frente dizendo ao comissário que iria pra Manly. Levantei rapidinho e perguntei como ele faria. Ele me disse que viajava com outro amigo e que gostariam de dividir um táxi. Para mim foi perfeito. Paguei 40 dólares até Narrabeen, que está a 30 minutos depois de Manly. Eles pagaram 30 cada um. Então pra percorrer uma hora e meia de táxi, achei um preço justo.
Até aqui, sem fotos.













